Não faz tanto tempo assim que comecei a planejar o casamento e não visitei tantos fornecedores a ponto de dizer que os entendo e que o que passei é uma prática rotineira, mas pelo menos, comigo, foi algo que se repetiu e acabou chamando a minha atenção. Achei, no mínimo inusitado, quando alguns deles tentaram impor proibições a coisas que essa noiva aqui, especificamente, tem bastante apreço.
A primeira vez que isso aconteceu, confesso que até achei um pouco engraçado quando relatei ao noivo... Estávamos eu e minha mãe na nossa saga pelo salão de festa quando, em um determinado local, a atendente, ao me ouvir falar com ela sobre porta-guardanapos, me censurou, dizendo que guardanapo de tecido não se usa em coquetel. Beleza. Ignorei e continuamos conversando e vendo fotos na revista que ela nos havia entregado. De repente minha mãe apontou um porta-guardanapo bonito, e ela novamente: "mas isso não se usa!". Ok, respirei fundo e entendi: rolava algum tipo de proibição, trauma ou banimento perpétuo aos porta-guardanapos e seus companheiros naquele estabelecimento. Não discuti e não busquei justificativa, a moça, até então muito simpática, não estava para brincadeira a respeito do assunto. Entendi que aquilo sutilmente poderia ser um sinal que o buffet com o qual a casa trabalhava não me ofereceria guardanapos de tecido. Até aí tudo bem, mas se eu sou a noiva (hello!) e se eu quero porta-guardanapos ou gnomos fantasiados ou uma mulher barbada cuspindo fogo, qual o problema? Eu não sou uma cliente em potencial e pagarei por tudo isso? Claro que não fechei com eles e a proibição contribuiu para isso: afinal o que mais eu não poderia fazer após o contrato assinado?
A primeira vez que isso aconteceu, confesso que até achei um pouco engraçado quando relatei ao noivo... Estávamos eu e minha mãe na nossa saga pelo salão de festa quando, em um determinado local, a atendente, ao me ouvir falar com ela sobre porta-guardanapos, me censurou, dizendo que guardanapo de tecido não se usa em coquetel. Beleza. Ignorei e continuamos conversando e vendo fotos na revista que ela nos havia entregado. De repente minha mãe apontou um porta-guardanapo bonito, e ela novamente: "mas isso não se usa!". Ok, respirei fundo e entendi: rolava algum tipo de proibição, trauma ou banimento perpétuo aos porta-guardanapos e seus companheiros naquele estabelecimento. Não discuti e não busquei justificativa, a moça, até então muito simpática, não estava para brincadeira a respeito do assunto. Entendi que aquilo sutilmente poderia ser um sinal que o buffet com o qual a casa trabalhava não me ofereceria guardanapos de tecido. Até aí tudo bem, mas se eu sou a noiva (hello!) e se eu quero porta-guardanapos ou gnomos fantasiados ou uma mulher barbada cuspindo fogo, qual o problema? Eu não sou uma cliente em potencial e pagarei por tudo isso? Claro que não fechei com eles e a proibição contribuiu para isso: afinal o que mais eu não poderia fazer após o contrato assinado?
De qualquer maneira, essa história rendeu uma boa anedota e o noivo adora contá-la por aí... e a versão dele é mais engraçada.
Na segunda ocasião, eu, em frente ao espelho, toda vestida de noiva, cabelo preso e umas flores horrendas de pano com umas fitas penduradas ornamentando minha pobre cabecinha, perguntei à atendente se a loja não dispunha de uma grinalda pequena e talvez com pérolas, mas delicada e propícia a uma noiva do que o que eu estava usando. Ao que ela me respondeu, seca e direta: "mas pérola em grinalda não se usa mais!"
Deixa eu entender, pérolas, apesar dos arranjos de cabelo lindíssimos que você encontra navegando pelo Etsy, não pode, mas aquele arranjo de flor malfeito e estranhíssimo, que deveria ser banido da face da Terra, pode?
Abre parênteses : E não é que desde então já vi algumas noivas usando o dito cujo em fotos na Internet e bateu um medo, será que fazem lavagem cerebral quando a gente está na cabine?
Óculos cor de rosa em ação, ignorei mais uma vez esse comentário, ignorei também muitos dos arranjos de cabelo que me ofereceram, que, pelo menos para mim, eram de muito mau gosto... e apesar de ter reservado um que, espero não estar enganada, era bem bonito e discreto, continuarei em busca da flor de tecido perfeita ou da grinalda maravilhosa que me deixou totalmente apaixonada nos últimos dias.
Aí, depois disso tudo surgiu minha dúvida: se o cliente gosta e está disposto a pagar, o que passa na cabeça dessas pessoas para quererem nos proibir algo? Ainda mais a uma noiva? Eles não entendem que casamento é uma vez, é sonho, tem toda uma idealização que passa muitas vezes por coisas aparentemente bobas como um porta-guardanapos, uma toalha de mesa em um tom de rosa específico ou a disposição de um arranjo de flores? Se fosse algo proibido, como fogos de artifício em um local inadequado ou no qual não seria possível ter autorização do Corpo de Bombeiros eu entenderia perfeitamente bem um: não, isso não pode; desde que fosse bem justificado. Mas algo assim: não pode e ponto final, não dá, né?
Porque o que eu espero não é que mintam para mim e me prometam algo que não será cumprido ou entreguem, mas o que peço e espero é compreensão e sensibilidade.
Cabeça de noiva é complicada, mas a dos fornecedores não fica muito atrás...
Ok, foi só um desabafo, mas é que tem horas que bate um desespero silencioso, porque ainda faltam muitos outros para serem visitados, contatados e quantos mais irão tentar me proibir algo? Será que brigadeiro pode?
Hahahaha!
ResponderExcluirTem coisas que até Deus duvida!
É ridículo como falta bom senso em algumas pessoas...
Não dè bola, e siga a diante... daqui a pouco tu vais encontrar um fornecedor que se tu pedir ele topa até se vestir de mico de circo!
Boa sorte
felicidades
Concordo plenamente com vc tem uns fornecedores que meu Deus, dificil de entender bjs.
ResponderExcluirhahaha! que pessoa sem nocao!
ResponderExcluir"nao se usa mais" levaria um "mas EU uso, e se eu nao pagar pra voce fazer, pago pra outra" ou qq coisa parecida. cada argumento tosco, ne?
beijos
Ai meu Deus.. é cada um! Ja passei por isso tbm! As vezes prefiro nem falar mto dos meus planos, pq tem sempre um fornecedor pra torcer o nariz! rs.. Fala sério!
ResponderExcluirÉ pq é diferente do que eles tem... então, ao invés de serem humildes e falar: "sinto muito, mas não temos esta opção", é mais fácil denegri-la!
ResponderExcluirbeijocas, ju
Eu te entendo! Na época do casório eu ia fechar a decoração, pagando uma grana preta por isso [ok, não era uma grana preta, mas eram R$ 1.300,00 só pra enfeitar o corredor da igreja e fazer uma cortina!!!]. A mulher cismou que não faria a cortina que pedimos, porque ficaria caro (a cortina sairia por R$ 70,00... caro onde???). CONCLUSÃO: Mudamos de decoradora na semana do casamento... Precisamente no domingo anterior =B
ResponderExcluirE isso aí, Dani! Tem que brigar pelo que você quer!!!
kkkkk, morri de rir. Fala sério, né?
ResponderExcluirEu já tinha fechado com um buffet, dado entrada, quando um belo dia meu noivo disse para a dona do buffet: Essa decoração eu não gostei muito não.
Ela disse: Todas as minhas decorações são assim.
Ou seja, que se dane a vontade das noivas, que case tudo igual como um guarda roupa do Cebolinha, ah, por favor.
Porque tanto drama com um guardanapo??? Imagina se vc quisesse outra coisa.
Bjussssss
Pois é, meninas! Foi basicamente nisso que pensei: se implicam com o guardanapo, imagina com o resto. às vezes a gente parece que vai pirar, pq tem que prestar atenção em tudo, em cada palavra dos fornecedores para não entrar numa fria...
ResponderExcluirbjs e agradeço a solidariedade! :)
To passada com esses fornecedores! Como assim??? Noivinhas, por favor, coloquem eles no lugar deles!!! Sao voces que estao pagando, facam eles entederem isso, please rss
ResponderExcluir